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domingo, 13 de março de 2016

as quatro leis da espiritualidade


Desde o nascimento, na Índia são ensinadas quatro leis da espiritualidade, para que se possa entender o que acontece na vida e se possa viver em pleno. 



"A primeira diz:
«A pessoa que vem é a pessoa certa.»

Ninguém entra em nossas vida por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo connosco têm algo para nos fazer aprender e evoluir em cada situação.


A segunda lei diz: 
«Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido.»

Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum "se eu tivesse feito..." ou "aconteceu que um outro...". Não!! O que aconteceu  foi tudo o que deveria ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.


A terceira lei diz:
«Toda a vez que iniciares algo, é o momento certo.»

Tudo começa na hora certa, nem antes, nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.


A quarta (e última) lei diz: 
«Quando algo termina, termina.»

Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas, é para nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e enriquecer-se com a experiência. Não é por acaso que cada um de vocês está a ler este texto agora. Se veio à vossa vida hoje, é porque estavam preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado."


sábado, 30 de janeiro de 2016

"ESPEREM SENTADOS"

"ESPEREM SENTADOS"

EM: CAPAZES

POR: RITA MARRAFA DE CARVALHO


«Que cases. Que te juntes numa cerimónia branca e imaculada, rodeada de família e amigos. Que tenhas filhos depois. Só depois. Esperam de ti, mulher, que saibas, no mínimo, estrelar ovos e que gostes de homens. Mas que sejas fiel. Ordeira e arrumada. Limpa e asseada. E que dês de mamar. Que sejas incansável na função de mãe, sem lágrimas ou dúvidas. Mãe que é mãe nunca se arrepende de nada. Nem de os ter. Nem do que faz. Nunca questiona os conselhos dos mais velhos.
Esperam de ti isso e mais. Que qualquer sensação de fraqueza é para erradicar do peito e da cabeça. Esperam que se te dizem que deves dar peito até aos dois anos, é para cumprir. Que se não sentes qualquer gozo nisso, és menos mãe. Menos capaz. Menos mulher. Esperam de ti um parto normal. Gaja que é gaja, tem parto vaginal. As outras são umas “meninas”. Esperam de ti a boçalidade da pré-história.
Esperam que tenhas os filhos sempre limpos e que lhes dês banho todos os dias após uma refeição sem fritos ou salsichas. Esperam que a roupa do homem com quem casas, porque é suposto gostares de homens, esteja passada a ferro. Que se não podes, contrata alguém.
Esperam que não haja vincos na tua camisola quando vais trabalhar todos os dias nem nódoas de ranho ou papa. Esperam que tires um curso. Que sejas “alguma coisa” mas que consigas ter a casa num brinco, sem pingo de pó ou brinquedos fora do sítio.
Esperam que sejas magra. Atlética. Que corras todos os dias. Ou dia sim, dia não, vá. De depilação feita e unhas coloridas. Que faças bolos ao sábado. E que não tenhas as raízes do cabelo por fazer. Esperam que te comportes bem e que nunca bebas um copo a mais para não caíres em figuras ridículas. Que nunca sejas daquelas que urina entre dois carros, no meio do Cais do Sodré.
Esperam isso. Esperam mais. Que nunca adormeças maquilhada porque sujas a fronha da almofada. E que não te separes. Aguenta. É suposto aguentares porque tudo dá trabalho na vida. Por isso, é suposto esforçares-te. Pelos filhos. Por ti, não. Não carece. Por ti, não. E pela imagem. A imagem. E o que gastaram naquele casamento sumptuoso! Não. Aguenta, se faz favor. Pelos teus pais e pelos teus filhos. Esmera-te. É capaz de ser culpa tua.
Esperam isso de ti. E não convém falhares. Esperam que tenhas sempre a louça na máquina e a roupa estendida. Que a cama esteja sempre feita. Todos os dias. Esperam de ti pouco rasgo. Se pensares demasiado, vais questionar demasiado. Ser curiosa ainda vá. Reflectir é evitável. Não esperam que sejas uma grande intelectual ou que fumes charutos ou que gostes de brandy. Vais beber licor de café ou vinho do porto e fumar qualquer coisa com sabor a mentol. Esperam de ti a dignidade. Que aceites o assédio como um galanteio. Esperam que uses saltos altos todos os dias e que uses um perfume que enche o elevador. Esperam que sejas isto. E mais. Só não esperam que sejas feliz.»

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

13 l Novembro


«Azar? Azar é não tentar, não é não conseguir chegar ao destino que queremos. Azar é não sair dos trilhos e ver o que está do outro lado da vida. Azar é cair e recusares levantar-te. Azar é cruzares-te com quem não queres e deixares que isso te faça mal. Azar não é nada acontecer, é não tomar a iniciativa.

Azar? Azar é acreditares que o azar existe e que te condiciona.

Azar é não conseguires sorrir quando o dia coloca uma nuvem cinzenta por cima da tua cabeça. Azar é não abraçares as coisas simples que te fazem feliz. Azar é esqueceres-te de quem és. Do que queres. 

Azar é esqueceres-te de ti.»

by: - Rita Leston - 
Gosto de ti, e então?


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

«não te demores no menos»

Sou seguidora do "às nove no meu blogue". A sua autora parece que me conhece. Todos os dias, no facebook ela faz uma publicação com textos inspiradores e as palavras acertadas para o final de cada dia, acompanha. Decidi partilhar o de hoje convosco. 

Porque a vida ensina mesmo "quem sim, quem não e quem nunca", porque a força mais importante está dentro de nós mesmos, porque o universo equilibra a nossa vida, o que te tira e o que te dá é tudo em conta certa, porque a nossa luz incomoda quem está no escuro. 

5 de Novembro de 2015

« - ❥-
um dia, a vida chega e explica-te:
que a lei do retorno existe, que funciona, e que no tempo certo ensina-te a perceber ''quem sim, quem não e quem nunca''.
que a força mais importante, e aquela que realmente conta para a equação da coragem, nasce dentro de ti todos os dias.
que a teoria da balança equilibrada funciona. que entre o que tira e o que dá, o universo sabe o que faz.
e que a selecção natural é simples de entender [e aceitar]: 

por cada pessoa sem luz que cruza o teu caminho, há uma mão cheia de outras {luminosas e de coração limpo} que em ti plantam o bem, querem o bem e sabem que [do lado certo da vida] o resto vem.
# porque {acredita} vem mesmo.

- ❥- »

sexta-feira, 17 de julho de 2015

É tão (simplesmente) isto!

"É difícil estar apaixonado num mundo em que o facebook te pergunta em que é que estás a pensar, te diz em que evento vais estar e quantos amigos em comum tens com toda a gente. É difícil ires conhecendo alguém quando toda a gente já conhece toda a gente e existe sempre um amigo do amigo que sabe de uma história com um primo de um afilhado.

O mundo funciona a uma velocidade oposta à do amor. Já não há tempo para o era uma vez nem esperança num final feliz. Agora é tudo atabalhoado, tudo aos tropeções, andamos todos numa correria a cruzar caminho com milhares de gente e tentamos encaixar o amor na nossa rotina como uma tarefa que rezamos para que "não nos dê chatices". 

Eu quero que me digas em que é que estás a pensar, às 3 da manhã com a tua t-shirt vestida. Quero que me apresentes pessoas que eu não conheço, quero que me convides para ir aos sítios sem que o computador me diga. Eu quero ir descobrindo que bebes café só com uma colher de açúcar e que não gostas de canela. Quero saber do teu passado com calma, quero saber por ti e chama-me antiquada mas quero uma história bonita, que me ocupe o dia todo. Um amor que ocupe o corpo todo. Por favor chateia-me, diz-me bom dia e boa noite que a minha história de amor é de pergaminho e serenatas com um cheirinho de emoji's e posts lamechas."

Escrito por: Carolina Deslandes